Antes de começar, quero destacar que escrevi o texto a seguir com base em estudos de alguns cientistas brasileiros, tais como Ricardo Felício (Prof. da USP), Luiz Carlos Molion (Prof. da UFAL), Kenitiro Suguio (Prof. da USP) entre outros cientistas céticos do aquecimento global antropogênico (aga).
Há décadas, ouvimos falar em alguns termos que se tornaram amplamente usuais e são constantemente disparados pela grande mídia, tais como “Mudanças Climáticas”, “Buraco na Camada de Ozônio”, “Redução das Emissões de CO2 (gás carbônico)” e os principais: “EFEITO-ESTUFA” E “AQUECIMENTO GLOBAL”.
A maior
parte de nós pode estar pensando que realmente somos os verdadeiros “culpados”
por vários desses fatores acima citados e que temos que parar o mais rápido
possível com o desenvolvimento acelerado nos países subdesenvolvidos, caso
contrário acabaremos com o nosso Planeta em questão de séculos. Porém, estudos
céticos realizados mostram que nós não somos os grandes causadores das mudanças
climáticas na Terra. Mas se não somos nós, então, quem controla o clima?
Albedo planetário
O Sol é a fonte primária de
energia para o planeta. Ele fornece 99% da energia que é utilizada nos
processos químicos, físicos e biológicos, num comprimento de onda chamado
Radiação de Ondas Curtas (ROC), que chamaremos de radiação ou raios solares. O
percentual de raios solares refletidos para fora da Terra (cerca de 30%) é,
principalmente, resultante da variação de nuvens e dos tipos de cobertura da
superfície terrestre, tais como: gelo/neve (90% de reflexão), florestas (12%) e
oceanos/lagos (10%). Portanto, o albedo planetário controla o fluxo de radiação
solar que entra no sistema terra-atmosfera-oceanos: menor albedo, ou seja,
menos florestas, geleiras e nuvens, maior a entrada de raios solares e
aquecimento do sistema, e vice-versa.
Boa
parte da radiação solar que entra na Terra é absorvida pela superfície que, por
sua vez, emite calor (radiação infravermelha) que aquece o ar e o faz subir.
Assim como um balão, a atmosfera é aquecida por baixo.
O Sol
Vá até a janela e (se for
dia) olhe para o céu. Lá está o principal fator que determina o clima, o Sol!
Rá para os egípcios, Hélio para os gregos, Kinich Ahau para os maias, uma
esfera gasosa queimando hidrogênio a temperaturas superiores a 10.000.000°C
próximo ao seu centro. Esse é o cara que permite a vida na Terra existir como a
conhecemos. Entretanto, a radiação solar
não é sempre constante. Ela varia conforme muda o ciclo solar: o sol pode estar
num máximo de atividade, com ventos solares mais fortes, mais explosões em sua
superfície, mais manchas solares, ou pode estar num mínimo, esquentando menos e
produzindo menos calor, como se encontra atualmente, segundo estudos
realizados. Como isso nos afeta?
Quando o Sol está num máximo de
atividade, nos aquece mais e impede a entrada de grande parte dos Raios
Cósmicos na Terra, que também influenciam em nosso clima. E o que são Raios
Cósmicos? Raios Cósmicos são partículas produzidas por explosões de outras
estrelas (O Sol também é uma estrela) que viajam pelo espaço e são atraídas
para a Terra. E como como eles influenciam no clima? Quando esses raios passam
pela nossa atmosfera, eles eletrizam as gotículas de água invisíveis a olho nu
que estão suspensas no ar. O resultado disso é a formação de mais nuvens e mais
chuvas. Os raios interagem também com as tvs: cerca de 1% daquele chuvisco que atrapalha sua partida de
futebol é causada por eles.
Resumindo
– menos atividade solar, menos calor vem para a Terra e mais raios cósmicos
entram na atmosfera, gerando mais nuvens e mais chuvas.
O papel dos oceanos
para o aquecimento e esfriamento global.
Os
oceanos cobrem 71% do planeta e são grandes responsáveis por períodos quentes e
frios devido a suas variações e seus fenômenos. Um bem conhecido de nós é o El
Niño, que ocorre no Pacífico aquecendo suas águas em torno de 2°C e
influenciando significativamente a distribuição de calor pelo mundo. O El Niño
mais forte que se tem registros aqueceu o Pacífico em 6°C e provocou aumentos bem
perceptíveis na temperatura média global. Também temos o La Ninã, que ao
contrário do El Niño, esfria o Oceano Pacífico e influencia diminuindo a
temperatura do planeta.
Além de
serem ótimos controladores do clima, os oceanos são os maiores responsáveis
pela liberação de CO2 para a atmosfera. Peguemos como exemplo um copo de
refrigerante: quando ele é acabado de servir e está bem geladinho, notamos
algumas bolhinhas de ar subindo sem parar – essas bolhinhas nada mais são do
que gás carbônico, o CO2. Se deixarmos o copo parado lá por algum tempo, o
refrigerante vai esquentar e perder o gás - vai ficar “choco”. Assim são os
oceanos. Quando eles estão frios, eles absorvem o CO2 da atmosfera e o
confinam, mas quando estão quentes, eles liberam o CO2, que contabilizam, mais
ou menos, 90GtC – 90 bilhões de toneladas de carbono. Mas o Gás Carbônico não é
mau?
Gás carbônico – o
“vilão” nosso de cada dia
Os jornais disparam por aí
dizendo que temos que reduzir as emissões de carbono o mais rápido possível, se
não o mundo vai acabar em 100 anos devido ao aquecimento global ou que o CO2
vai nos matar intoxicados devido aos altos índices de sua concentração. Até
recentemente, os “cientistas” do IPCC [Painel Intergovernamental sobre Mudanças
Climáticas] – atualmente o maior órgão internacional sobre estudos climáticos e
maior impostor da área - diziam que a atual concentração de CO2 na atmosfera
era a maior dos últimos 650 mil anos, mas em maio deste ano (10), o site da
Veja publicou uma matéria dizendo que os atuais níveis de CO2 na atmosfera são
os maiores dos últimos 3,5 MILHÕES de anos. Parece que a Veja estava com os
olhos tapados para a história quando escreveu isso para não ter visto que os
níveis de CO2 já ultrapassaram várias vezes os níveis atuais, inclusive no
último século, segundo registros de testemunhos de gelo feitos no Hemisfério
Norte.
O atual
nível de CO2 em nossa atmosfera é de 395ppm (partes por milhão), o que
significa 395 mililitros de CO2 em cada 1 metro cúbico de ar. O problema é que
a grande mídia fala de um jeito tão assustador nos fazendo pensar que realmente
isso é muita coisa, mas não é. Vejamos: a atmosfera é composta principalmente
por 78% de nitrogênio; 21% de oxigênio e 0,9% de argônio. Onde está o CO2? O
CO2 está escondidinho lá dentro (tramando seu plano diabólico para destruir a
Terra, talvez), compondo “enormes” 0,033% da atmosfera! 395ppm é uma
besteirinha comparado com os outros gases. Mais ainda: o CO2 não é tóxico nem
poluente, muito pelo contrário, ele é o Gás da Vida. As plantas usam o CO2 e a
luz solar para produzir seu alimento e, nesse processo chamado fotossíntese,
geram o oxigênio que respiramos. Se não fosse por ele, não haveria vida na
Terra. Mas mesmo assim, o IPCC afirma: “Se dobrarmos os níveis de CO2 na
atmosfera, a temperatura do planeta subirá 5°C, fazendo as geleiras derreterem
e os mares subirem, acabando com toda a população mundial que vive nos
litorais”. Primeiro, que se dobrarmos os níveis de CO2 as plantas vão
agradecer, pois experimentos realizados em agronomia mostram que elas produzem
de 35% a 50% mais alimentos em níveis de CO2 elevados. E segundo, que o CO2 não
controla o clima global! O clima da Terra é determinado por inúmeros fatores
internos (vulcões, oceanos, movimentos das placas tectônicas) e externos
(atividade solar, interferência gravitacional de Júpiter, raios cósmicos,
atração da lua, inclinação do eixo terrestre etc.). Aliás, 0,033% na atmosfera
não são capazes de controlar grandes coisas nem aqui nem em lugar algum.
Efeito-estufa: existe ou não existe?
Segundo o IPCC, o “efeito-estufa” é a propriedade que
certos gases da atmosfera têm de absorver a radiação infravermelha emitida pela
superfície e reemiti-la em direção à mesma. É como se fosse uma estufa de
plantas: o vidro permite que a radiação solar entre na casinha, mas não permite
que o calor saia porque o vidro absorve o infravermelho, por isso ela se
aquece. Fazendo uma analogia, assim é na Terra, os gases estufa formam uma
camada – que seria o vidro – e impede que grande parte do calor saia, fazendo o
planeta aquecer. Acontece que as coisas não funcionam bem assim no mundo real.
Em
1909, um físico estadunidense chamado Robert Wood, construiu duas casinhas de
vegetação transparentes, uma de vidro e outra de quartzo (que não absorve
calor) e fez um experimento ao sol. No final desse experimento, ele constatou
que a temperatura, tanto na casinha de vidro quanto na de quartzo, era a mesma.
Daí, ele conclui que o interior da estufa não aquecia devido à absorção de calor
pelo vidro, mas sim pelo fato do ar estar confinado e não poder circular. Isso
acontece quando você deixa seu carro um tempinho no sol com os vidros fechados.
A temperatura lá fica em torno de uns 50°C, mas quando você abre as portas, ela
começa a baixar. O “efeito-estufa” da maneira como é descrito não existe.
Aquecimento Global é
terrorismo climático
Diferente do que a mídia vem
falando esse tempo todo, o planeta NÃO ESTÁ AQUECENDO! As geleiras não estão
derretendo, os oceanos não estão subindo e o homem não está causando mudanças
globais. Como tudo no capitalismo vira mercadoria (até o homem), a natureza
passou a ser mais um produto e o clima mais um grande jogo de negócios.
A burguesia faz de tudo para
continuar na hegemonia da sociedade, até pintar o capitalismo de verde em busca
de novos meios de obter lucro, como é o caso dos créditos de carbono – alguns países
passaram a ter uma taxa de poluição que é medida em tonelada de carbono. Se
países desenvolvidos como Estados Unidos ultrapassarem essa taxa, eles podem
comprar o direito de poluir de países em desenvolvimento que não ultrapassaram
sua taxa de poluição, e assim poluir mais. Isso vale também para indústrias.
Cada tonelada de carbono equivale a um crédito e é negociado no mercado de
ações. E a quem interessa o aquecimento global?
Segundo um dos mais respeitados
cientistas brasileiros e céticos do clima, Prof. Luiz Molion, o problema
crucial é ENERGIA. A teoria do aquecimento global antropogênico (causado pelo
homem) remonta a metade da década de 70, quando os maiores especialistas sobre
petróleo da época afirmaram que 60% de todo o petróleo mundial já havia sido
consumido. Foi quando o barril de petróleo passou de 4 para 12 dólares, em
1973. Os países desenvolvidos ficaram preocupados de ficarem sem energia, já
que eles são extremamente dependentes do petróleo dos outros. Antes de 1970, já se sabia que os oceanos
faziam a Terra se aquecer e esfriar, num ciclo de 20 a 30 anos, e também era sabido
que haveria um aquecimento até o final dos anos 70, só não sabiam exatamente
quando. Aliadas a uma possível falta de petróleo e próximas a um aquecimento, as
potências mundiais resolveram desenterrar uma teoria de 1896, que dizia que
mais CO2 no ar, elevaria a temperatura.
No filme Uma Verdade Inconveniente, protagonizado pelo ex-vice-presidente
dos EUA, Al Gore, ele afirma que os níveis do mar vão subir 6 metros até 2100,
pois as geleiras do Ártico vão derreter. Bom, Al Gore como cientista parece ser
um ótimo humorista, porque os mares não irão subir com o derretimento dos icebergs, esse experimento pode ser
feito em casa, colocando um cubo de gelo num copo cheio d’água. O gelo derrete,
mas a água não transborda. Além disso, como acreditar num cara que diz que o
mar vai subir 6 metros e mesmo assim, gasta a fortuna de US$ 9 milhões
comprando uma mansão em Montecito, Califórnia, à beira do Pacífico? Parece que
ele não assistiu ao próprio filme, se não iria se precaver e comprar uma casa
nos Andes.
De fato, essa teoria do
aquecimento global antropogênico que foi criada pela burguesia está rendendo
bilhões aos bancos e empresas multinacionais graças ao terrorismo midiático e às
obras milionárias feitas pelos governos.
Para combater o temido
aquecimento, o governo brasileiro em parceria com o governo alemão, está financiando
a construção de uma torre de 320m de altura na Amazônia, para monitorar os
níveis de CO2 e “gases-estufa” na atmosfera. O projeto de nome Observatório
Amazônico com Torre Alta ficará pronto no final do ano e recebeu investimento
inicial de R$ 10 milhões do Ministério da Ciência, R$ 10 milhões do governo
alemão e R$ 2 milhões do estado do Amazonas. O CPTEC (Centro de Previsão de
Tempo e Estudos Climáticos) adquiriu um supercomputador para fazer previsões
climáticas de longo prazo, a uma bagatela de R$ 50 milhões de reais – e o mais
intrigante: o computador não foi usado, pois o prédio do CPTEC não comportava a
carga elétrica que a máquina necessitava. Em 2009, o governo brasileiro criou a
lei do Fundo das Mudanças Climáticas, que usa o dinheiro da Petrobrás para
financiar ONGs e projetos que visam acabar com problemas relativos às variações
do clima. O teto do orçamento é de R$ 1 bilhão. O caso mais ridículo foi em
2010, o Projeto do Purificador de Ar, onde Brasil, China, Estados Unidos e
outras nações investiram mais de 1 bilhão de dólares numa máquina capaz de
retirar CO2 da atmosfera e injetá-lo no subsolo. É fácil enxergar que no
capitalismo o dinheiro público é usado para financiar meios privados.
As políticas que o aquecimento
global vem causando são as piores que podemos imaginar nos tempos atuais. A
África, por exemplo, tem carvão e tem petróleo, mas não pode usar, porque os
ambientalistas e governos hegemônicos não deixam, pois a queima desses
combustíveis liberam gases que provocam aquecimento global. O resultado disso é
um mundo onde 1/3 de sua população não tem acesso à eletricidade, onde 4
milhões de crianças menores de 5 anos morrem intoxicadas devido às fogueiras
feitas dentro de casa com esterco e madeira e onde milhões de mulheres falecem
precocemente de câncer pela mesma razão (OMS).
Em resumo, o clima é dinâmico e
sua única constância é ser variável. Mudanças climáticas sempre existiram e
sempre vão existir. O homem não tem capacidade para influenciar no clima global
emitindo CO2 porque sua contribuição é ínfima. A natureza libera todo ano 200
bilhões de toneladas de carbono com uma incerteza de 40 bilhões de toneladas
para mais ou para menos, enquanto o homem libera minúsculos 7 bilhões. O clima
ainda vai variar bastante e a tendência é que o planeta esfrie pelos próximos
25 a 30 anos e, acreditem, o esfriamento é pior do que o aquecimento porque ele
destrói safras inteiras de alimentos e deixa o clima mais seco. Dados sobre a
população mundial nos revelam que até 2040 tenhamos 9 bilhões de habitantes no
mundo e temos que pensar no que toda essa gente vai comer e no que vão usar. O
perigo que enfrentamos é estarmos nos preparando para um possível aquecimento
global, enquanto evidências científicas e históricas nos apontam que nos próximos
anos o planeta vai esfriar.
CFCs, os vilões da
camada de ozônio
Os mais antigos devem se lembrar
que no fim dos anos 80, a mídia burguesa começou a apelar mais uma vez, agora
com a história de que os “gases de geladeiras”, como eram chamados usualmente
os CFCs – CloroFluorCarbonetos, estavam causando um enorme buraco na camada que
protege a Terra contra os raios ultravioletas - a camada de ozônio, e por isso
deveriam ser proibidos. Toda essa conversa foi para esconder a real causa da
proibição que era o fato da patente do gás estar vencendo, ou seja, as
indústrias que usavam o gás não precisariam mais pagar royalties para poder usá-lo. Nessa época, o Brasil tinha uma grande
gama de fábricas de geladeiras e refrigeradores, mas com a proibição do CFC,
que custava 1 dólar e 38 centavos o quilo, essas fábricas tiveram que adotar um
novo gás, o HCFC, que custava 38 dólares o quilo e eles não funcionavam nas
geladeiras de CFC. Várias indústrias brasileiras fecharam e outras quase
faliram, como a Brastemp.
No
final das contas, os CFCs industriais não faziam mal nenhum à camada de ozônio.
O buraco que é formado nela é natural e ocorre todos os anos, contudo, os
órgãos ambientais burgueses já sabiam disso na época, mas como no capitalismo a
ciência é feita para a obtenção de mais lucro, os criadores da falsa teoria dos
CFCs malignos à camada de ozônio ganharam o Prêmio Nobel de Química, por uma
hipótese nunca comprovada. A DuPont, inventora do HCFC, agora diz que o gás
além de causar danos à camada de ozônio, provoca o aquecimento global. Qual é a
solução apresentada: abolir o uso do HCFC até 2040 e substitui-lo por um novo,
que custará 128 dólares o quilo e não funcionará nos refrigeradores de HCFC.
Dessa vez a DuPont garante que é
definitivo. Até parece.
Conservação ambiental
A
conservação ambiental contempla a relação com a natureza, através do uso
racional de seus recursos pela espécie humana. Não se deve confundir
conservação ambiental com preservação ambiental. Uma visa o uso consciente das
riquezas naturais; outra, a separação da natureza e do ser humano, tornando-a
intocável. A preservação ambiental priva o homem de tocar a natureza, sendo
assim, o termo mais adequado para falar da interação coerente ser
humano-natureza deve ser conservação ambiental.
Mesmo
que o homem não seja o causador do aquecimento global e das outras mudanças
climáticas globais, ele tem um enorme poder em mudar seu microclima local. As
queimadas nas florestas causadas pelas indústrias da madeira geram um prejuízo
sem precedentes à fauna local e ao equilíbrio natural. A quase extinção do
jacaré-de-papo-amarelo provocada pelo homem, devido à caça para retirar seu
couro e sua carne, é um bom exemplo de como podemos desmoronar com um sistema
ambiental equilibrado. Esse jacaré vivia na Bacia Amazônica em grande
quantidade e se alimentava de crustáceos, moluscos e principalmente piranhas.
Com a caça exacerbada desse animal, os outros animais dos quais ele se
alimentava ficaram com poucos predadores naturais. Resultado: a população de
piranhas aumentou e começou a exterminar os outros peixes do rio e isso fez com
que as pessoas que dependiam da pesca de outros peixes, tanto para comer quanto
para se alimentarem, ficasse prejudicada.
A
ganância por lucrar mais faz com que grandes latifundiários desmatem a Amazônia
para plantar grãos e quando isso ocorre, o solo fica desprotegido gerando
erosão, fazendo com que as águas das chuvas levem toneladas de terra para os
rios, poluindo-os e acabando com a vida aquática.
A farsa
do aquecimento global causado pelo homem é a maior mentira de todos os tempos.
A tendência é a Terra esfriar pelas próximas 2 décadas e devemos nos preparar
para isso, não para o contrário. Isso não deve ser entendido como um aval para
poluirmos mais o ambiente e acabarmos com várias espécies de plantas e animais.
Devemos explorar outras formas de energia e que sejam eficientes e baratas,
diferentemente da energia eólica e a fotovoltaica (solar) que são caríssimas e
ineficientes. Em suma, a conservação ambiental é uma questão de necessidade,
independente se o clima aqueça ou esfrie.
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